Cabo Verde: um tchim-tchim com Germano Almeida no Mindelo
Ter ido à livraria do Centro Cultural do Mindelo, ali à beira da Marginal, em busca de alguns dos livros de Germano Almeida e nem meia hora depois estarem estes a ser autografados pelo grande escritor de Cabo Verde – o mais lido e o mais traduzido – foi um dos momentos felizes de um regresso a São Vicente e à sua capital. O contador de histórias, como gosta de ser chamado (Germano acha escritor demasiado "pomposo"), com os seus quase dois metros de altura e um Prémio Camões no currículo, ganho em 2018, acolheu na biblioteca da sua casa três turistas portugueses que lhe apareceram à porta e lhe disseram ser seus fãs. E por ali ficou, na companhia de um amigo e da nossa, à conversa sobre os seus gostos gastronómicos (gosta de comida portuguesa e gosta de comer em casa), sobre os mandingas , figuras do Carnaval do Mindelo, que na véspera tinham desfilado pela cidade, sobre os seus livros, que são cerca de 20, ou a adaptação ao cinema que foi feita de do...